Jantar rápido e saudável #4 – Okara

Todo mundo conhece tofu, mas pouca gente conhece Okara, o resíduo que fica na hora de produzir o leite de soja, usado para fazer o tofu.

Confesso que não é fácil de achar, passei vários anos procurando para comprar no bairro da liberdade em São Paulo e só fui encontrar numa feira orgânica meio escondida (depois falo dela 😉), onde paguei CINQUENTA CENTAVOS num pacotinho com mais de 2 xícaras. Sim, é um resíduo, então, é muito barato!

Se feito com soja não transgênica, é um alimento super saudável, rico em fibras e com uma boa quantidade de proteínas. Tem um pouco de gordura boa e carboidrato, mas é basicamente água!

Se não temperado não tem muito gosto, o que o torna bem versátil. O mais comum é secá-lo e usá-lo como farinha para fazer farofa ou bolinhos. Mas há também a opção de hidratá-lo como um couscous, que foi o que eu fiz e ficou delicioso.

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Segue a receita:

Ingredientes (para 2/3 pessoas)

Mais ou menos 2 xícaras de cha de okara

1/2 cebola média em cubinhos

1/2 cenoura média em cubinhos

1 xícara de cha de shitake

2 colheres de sopa de shoyu

4 colheres de sopa de sake

3 colheres de sopa de mirim (sakê culinário)

1 colher de sobremesa de açúcar mascavo

1 xícara de chá Dashi (caldo de peixe – vc pode fazer ou comprar pronto)

Sal a gosto

Gergelim e cebolinha (opcional)

Preparo:

Misture o sakê, o mirim, o shoyu e o açúcar numa tigela, coloque o shitake e reserve (isso se for o fresco, se for o seco, hidrate um pouco antes e jogue os cogumelos e água nessa mistura).

Refogue a cebola até quase dourar e junte a cenoura. Quando tudo cozinhar, jogue o Okara e mexa. Coloque o shitake com todo o molho e em seguida regue com o dashi, misturando sem muita força  para não empapar.

Acerte o sal, deixe cozinhar por mais uns 3 minutos em fogo baixo e sirva com gergelim e cebolinha.

No dia, acompanhei com peito de frango temperado com misso e gengibre e salada de acelga, mas dá para comer sozinho. É uma boa opção proteica para vegetarianos.

 

 

 

Jantar rápido e saudável #3 – nhoque de batata doce

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Ok, ele não é tão rápido quanto salada e peito de frango grelhado, mas dá para fazer em 1h e é super versátil!

Vc pode comer com molho de tomate, na manteiga com ervas ou no azeite com ccogumelos, como eu fiz. Boa opção para vegetarianos e até veganos. Ah dá até para ser sem glúten também.

A receita não usa a casca da batata doce e, como eu tô com uma resolução de reduzir a produção de lixo, peguei os restos e fiz chips. É só colocar as cascas sem amontoar numa bandeja, misturar um pouquinho de azeite e sal para dar sabor e colocar no forno 200º C até secarem. Fica muito bom e fica pronto num segundo!

Agora voltando ao nhoque.

Ingredientes para 2:

1 batata doce bem grande ou 3 medias

Farinha (eu usei metade integral e metade Branca, mas da para fazer com de arroz/arroz integral para quem não come glúten)

Preparo:

Descasque a batata doce e coloque para cozinhar. Quando estiver mole (mas não despedaçando), retire da água e amasse numa tigela.

Coloque, então, uma colher cheia de farinha integral e uma de farinha branca e misture tudo com as mãos. Amasse bem! Se a massa não estiver grudando quase nada, está pronto. Se ainda estiver grudando muito, vá colocando a farinha de sua preferência aos poucos até chegar no ponto.

Divida a massa em umas 4 porções e abra cada uma delas separadamente com as mãos numa superfície levemente enfarinhada. Assim que formar um rolinho de mais ou menos 1 dedo de espessura, corte-o em pedacinhos (tipo metade de um dedão) de preferência com algo sem serra. Pronto, seus nhoques já tomaram forma!

Agora, ponha uma panela de água no fogo e assim que ferver coloque um punhado dos nhoques. Eles estarão prontos quando subirem. Retire-os, drene a água e repita o processo até todos nhoques estejam cozidos.

Agora vc pode comê-los assim mesmo com molho ou fritá-los com um pouquinho de manteiga, minha opção favorita!

Fica MUITO BOM! Faça para o jantar, almoço, pós-treino e vc terá um dia mais feliz 😊

Rápido e saudável #2 – yakisoba de shirataki/konyaku

Eu como carboidratos. Não costumo me empanturrar e na maioria das vezes os que contêm fibras e que vêm de alimentos naturais, mas às vezes também faço refeições low carb.

E aí que um dia resolvi fazer um yakisoba assim! Já ouviram falar do macarrão de shirataki ou konyaku? Bom, ele é vendido em mercearias orientais, como a Casa Bueno, Empório Azuki e Marukai na Liberdade e é feito de uma batata desse nome. Um pacote de 200g custa uns 10 reais.

O legal desse macarrão é que não sei como ele não possui carboidratos e gorduras, mas sacia muito e é gostoso! Ele também não possui proteínas e fibras, mas não podemos ter tudo, né?

O yakisoba usando esse ingrediente ficou ótimo! Boa ideia para um jantar rápido e saudável. Querem a receita?

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Ingredientes:

200g de macarrão shirataki/konyaku

200g da proteína de sua escolha (eu usei porco)

1 cebola média em meia lua

1 cenoura grande cortada em lâminas

3-4 folhas de acelga ou repolho cortadas em quadrado

Um maço de vagens

300g shimeji

(vc pode variar os acompanhamentos e suas quantidades)

6 colheres sopa de shoyu

Sal, Pimenta e óleo de gergelim a gosyo

Preparo:

Ferva o macarrão por uns 10 minutos para retirar o odor, escorra-o e reserve.

Em seguida, numa panela (se tiver uma wok, melhor!) coloque um pouco do óleo de gergelim e doure a cebola e a carne.

Adicione a cenoura e a vagem. Um pouco depois, coloque o shimeji e, por fim, o repolho/acelga.

Deixe-os cozinhar (não podem ficar mole!).

Abra um buraco no meio da panela e coloque o macarrão. Tempere tudo com o shoyu, o óleo de gergelim (usei umas 3 colheres de sopa, mas vai de gosto), o sal e a pimenta e misture.

Prontinho! Fica muito bom e não dá trabalho nenhum!

Receita original: http://dekitateyo.tumblr.com/post/139697694106/shirataki-yakisoba-白滝焼そば

Costa oeste econômica – Greyhound Bus – Vegas/LA de ônibus

Nos Estados Unidos, passagens de avião não são caras, comprar um carro pode ser muito barato e ainda há trens de primeira qualidade por preços bem razoáveis. Então quem seria o usuário dos ônibus?

É, não sei porque não me fiz essa pergunta antes de comprar uma passagem Greyhound…

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Então, eu vou contar MINHA experiência pelo trecho noturno Las Vegas-Los Angeles com a empresa Greyhound. Pode ser que eu tenha tido azar, mas acho bom compartilhar o que aconteceu comigo, porque, antes da viagem, não consegui achar muitas informações sobre Ônibus rodoviário nos EUA… E, se eu soubesse do que eu sei hoje em dia, teria feito as coisas de forma diferente 😬

As passagens de avião Vegas-LA estavam cerca de 150 dólares e eu e meu marido tínhamos achado meio caro. Ir dirigindo não era uma opção porque teríamos que fazer esse percurso de madrugada e logo após um voo de 10 horas mais uma escala de 12h na Cidade do México. Não dava para pernoitar lá porque tínhamos um compromisso logo cedo do dia seguinte.

Ai resolvemos procurar por ônibus rodoviário que de vez em quando pegamos para ir ao interior de São Paulo quando não queremos dirigir. E qual não foi nossa surpresa ao ver passagens por 13 dólares (e se tivéssemos comprado antes poderíamos ter até pago 5 dólares!).

Tentei fazer uma pesquisa para ver como funcionava esse meio de transporte lá e não achei nada muito significativo. Só havia lido em alguns lugares que poderia ser meio sujo, o que era incômodo, mas nenhum empecilho. Como demoramos um pouco para comprar, acabamos pagando uns 17 dólares por pessoa (a antecedência  regula os preços).

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Na chegada, um primeiro susto: o motorista do ônibus noturno de linha de Vegas (que eu imagino que deva ver todo o tipo de bêbado e estranho) nos disse “Are you going to Greyhound? Creepy people over there, you know, right?” (Vcs estão indo para o Greyhound? Lá tem pessoas estranhas, vcs sabem, né?).

No, we dont know! Como assim???Nos assustamos um pouco, mas prosseguimos caminho. Chegando lá, o local era super limpo, iluminado, bem cuidado, com atendentes atenciosos, várias máquinas de bebida e comida. Além disso, os ônibus não cheiravam mal, tinham Wi-Fi, eram limpos e confortáveis. Mas as pessoas……..😶

Eram estranhas, muito estranhas mesmo. Encontrei, sem brincadeira, vários estereótipos de filmes americanos: o cara da gangue com a gota tatuada na cara, a prostituta drogada, o caipira preconceituoso de regata branca com os dentes estragados, o latino cheio das correntes que não parava de gritar e vários tipos de mendigos que usavam o local para dormir. Não havia muitas mulheres e quase não havia crianças. Era meio assustador.

Graças a Deus no nosso ônibus foram poucas pessoas e ninguém muito estranho, mas a sala de espera foi uma experiência que não pretendo repetir. Só não desistimos porque estávamos longe do aeroporto (único local em que poderíamos arranjar um carro de madrugada) e só teríamos que ir ficar naquele lugar por 1h30 (que passaram bem devagar).

Pode ser que eu tenha ficado impressionada demais, mas conheci mais pessoas que também não gostaram da experiência Greyhound. Não me senti segura e olha que moro em São Paulo. Talvez em outros horários, em outras cidades e por outras companhias (MegaBus por exemplo) as coisas sejam diferentes.

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Então, não vou dizer que não é para arriscar, porque é bem mais barato, e às vezes para vc valha o preço. Mas para mim não valeu. No fim, acabou virando uma experiência que rendeu boas histórias, mas pretendo não repetir!

E vocês? Já viajaram de Greyhound? Que acharam? Seria bom mais gente compartilhar as experiências, porque não achei muitos locais falando sobre isso!

Beijos!

(As imagens são do Google, fiquei tão encanada que não tirei uma foto para guardar de lembrança 😳)

Jantar rápido e saudável #1 e organização alimentar

Esses dias estava pensando que eu e meu marido nos mudamos para o novo apartamento há mais de 5 meses e não pedimos delivery nenhuma vez.

Adoramos bons restaurantes, então, no final de semana saímos uma ou duas vezes, mas no dia a dia preferimos comer mais saudável e economizar uma boa grana.

Trabalhamos período integral fora e às vezes é cansativo cozinhar depois de um dia cheio (vejam que os 2 cozinham; divisão de tarefas é essencial, gente!), além da chateação para fazer compras, mas no fim acho que compensa muito.

Eu faço uma compra mensal (ou maior) de proteínas e deixo tudo congelado em porções individuais.

Produtos frescos procuro ir à feira toda semana, mas no geral dá para ir a cada 2 semanas. Batatas, cenouras,  cebola, alho, abóbora, berinjela, pimentão, brócolis, beterraba, maçã, laranja podem viver até mais que 2 semanas (qualquer coisa também dá para cozinhá-los rapidinho e congelar para evitar o lixo). Frutas e folhas são mais sensíveis, mas supermercado tá aí para essas pequenas “emergências”.

Eu não costumo comer muuito grão, então, o que acho necessário compro a granel (Compras – Zona Cerealista), dando prioridade à variedade do que à quantidade: arroz e macarrão integral, cuscuz marroquino, quinoa, aveia, gohan (sou descrente de japoneses, às vezes tenho que comer hehe). Nozes, castanhas, sementes e temperos (páprica, cúrcuma, mostarda, gengibre, nada pronto, pelo amor de Deus!) também sempre tenho e compro a granel.

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Uma vez cheia a geladeira e a despensa, é só executar um cardápio simples. Sem ideias, olho o que eu costumo fazer:

-salada com alguma folha (geralmente alface, mas pode ser acelga, repolho, couve) e tomate

-uma proteína animal grelhada (às vezes no forno), como bife, peito de frango, sobrecoxa de frango, hambúrguer caseiro de frango ou de carne moída, peixe, lombo, bisteca de porco

-um vegetal com amido (batata doce, inhame, mandioca, batata inglesa, milho) ou sem (cenoura, quiabo, abóbora, brócolis, berinjela, abobrinha, pimentão, cebola, aspargos, cogumelo fresco, ervilha, espinafre…) cozido ou refogado

-às vezes uma fonte de carboidrato, como arroz ou macarrão integral, grão de bico, farofa de milho

-sempre uso sal e pimenta nas carnes e nos vegetais, mas gosto bastante de temperar com cúrcuma, gengibre, misso, sakê, mostarda, tomilho, alecrim, manjericão, cebolinha, páprica

Ainda muito abstrato? Para ajudar, vou começar a postar alguns pratos para inspiração. Não vai ter nada lindo e chique, porque é comida da vida real, mas o que importa é o sabor, a economia e a saúde 😃

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✅ Peito de frango na frigideira antiaderente sem óleo só com sal e pimenta

✅ Brócolis comum com talos e folhas refogado no azeite

✅ Cebolas caramelizadas (cebolas fritas com um pouco de azeite durante bastante tempo, até ficarem pretas)

✅ Caponata de berinjela (azeite, berinjela, pimentão, cebola, orégano, vinagre, sal e pimenta no forno)

✅ Salada de tomatinho e alface

✅ Chia e linhaça

Espero que te incentive a cozinhar comida de verdade ❤

 

Outras opções: Rápido e saudável #2 – yakisoba de shirataki/konyaku

Jantar rápido e saudável #3 – nhoque de batata doce

Jantar rápido e saudável #4 – Okara

 

 

Costa oeste econômica em 11 dias – gastos

Há alguns meses consegui fazer Los Angeles-São Francisco-Las Vegas em apenas 11 dias e com orçamento apertado.

Já adianto que não é tão simples, mas é possível, querem ver? Primeiro vou tratar dos gastos.

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1) Passagem aérea: o dólar está alto, mas as companhias têm feito boas promoções. Dependendo do dia e das conexões os voos podem sair bem mais em conta.

Voopter pesquisa em diversos sites de viagens as melhores ofertas em até 4 dias diferentes, o que ajuda bastante.

Quando comprei, paguei menos de R$1.500 por São Paulo-Las Vegas no mês julho. Tudo bem que tive uma escala de 12h na Cidade do México e 14h em NYC, ficando meio cansativo, mas, no fim, achei ótimo, porque a viagem acabou se estendendo.

2) Hospedagem: a hospedagem na Califórnia é cara ponto. Ter reservado com pouca antecedência também piorou as coisas, mas lá é caro mesmo, não dá para fugir muito. Las Vegas, na outra mão, é barata, então, é legal pensar bem quantos dias vai separar para cada cidade.

Hostels são boas opções, porém não me hospedei em nenhum dessa vez. Acabei optando por um Airbnb em LA, numa área residencial ao lado de Holywood, e um hotel com banheiro compartilhado em SF (Casa Loma). LV foi a exceção. Fiquei em algo consideravelmente melhor (Excalibur), pelo mesmo preço das outras cidades.

3) Alimentação: odeio comida superprocessada, mas em viagens é difícil fazer todas as refeições com alimentos frescos. Querendo gastar pouco, então, complica mais ainda.

A solução foi comprar café da manhã reforçado no supermercado (amo ir a supermercado), além de barras de proteína, biscoitos integrais e frutas para lanche (leia os rótulos!). Além disso, só ia almoçar bem mais tarde. Ou seria jantar mais cedo? Bom, não sei, mas o que acontecia é que acabávamos praticamente só fazendo 2 refeições ao dia.

Ah, obviamente ter uma hospedagem com micro-ondas e frigobar ajuda muito a economizar e comer menos junkie.

Uma coisa boa, a Califórnia, apesar de ter a lanchonete In n Out quase como um patrimônio cultural, valoriza bastante alimentos orgânicos e frescos, especialmente os locais. Lá há vários restaurantes, supermercados e feiras (farmer’s market) com opções gostosas e mais saudáveis; um verdadeiro contraponto à alimentação dos buffets e fast foods de Las Vegas.

4) Locomoção na própria cidade: aluguel de carro feito no Brasil pelo telefone na Hertz é mais barato que na hora ou feito com antecedência pelo site deles, sabiam? Sem contar que dá para parcelar e não incide IOF!

Bom, pegamos um carro econômico em Los Angeles (onde carro é necessário) e o devolvemos em San Francisco. Isso aumentou um pouco o valor do aluguel, mas queríamos muito fazer a viagem da costa.

Além disso, tínhamos decidido que ficaríamos de transporte público em San Francisco. Lá ônibus e uber funcionam muito bem e é meio difícil de estacionar na rua (não há muitas vagas e quando há pode haver dias e horários de exceção, ou seja, estacione e ganhe uma multa). Os estacionamentos fechados são bem caros.

A gente economizou bem usando transporte público mas isso não quer dizer que seja barato. Pra ter ideia, cada passagem de ônibus (Muni) custava US$ 2.50. Tudo bem q ele tem integração de 90 minutos, mas ainda acho carinho.

Vou adiantar que os motoristas acabam nem pedindo o ticket quando vc entra, o que te permite viajar sem pagar sem ninguém perceber, mas vai da sua consciência.

5) Transporte entre cidades: voos de avião não são caros, então, valem a pena para grandes distâncias. Por exemplo, o trecho de ida San Francisco-Vegas saiu cerca de 150 dólares.

Para distâncias curtas vale a pena a ir de carro. Na verdade, não é segredo nenhum que o percurso LA-SF é meio que obrigatório ir carro. Mas minha experiência nesse trecho é assunto para outro post.

E, por fim, ainda existe uma terceira opção, mas que é somente para os fortes (e pobres): o ônibus rodoviário, também conhecido pelas marcas MegaBus e Greyhound. Os preços sobem conforme a data de embarque vai chegando, mas podem começar em 1 dólar! Eu paguei com as taxas 17, comprando com cerca de 3 semanas de antecedência.

Por que é só para os fortes? Bom, também tenho que reservar um post só para contar minha experiência 😬 Aguardem.

Pasta de amendoim

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No Brasil, ninguém dá muita bola para a pasta de amendoim e eu não consigo entender o por quê.

É uma delícia, saudável, barata e versátil. Como não é doce nem salgada combina com tudo! Adoro comer com pão integral (Pão do Céu!), maçã, chocolate amargo derretido, tapioca, granola, frango com shoyu e, principalmente, banana congelada com aveia e canela.

Amendoim é rico em ômega 3 (anti-inflamatório), fibras, proteínas, vitamina E, gorduras insaturadas e não contém colesterol, ou seja, tudo de bom. Tá bom, tem seu lado negativo ao possuir bastante ômega 6 (inflamatório) e calorias, mas consumido da maneira correta é um superalimento.

Um pote de 1kg da Manicrem e da Select na Zona Cerealista em São Paulo está entre 13 e 14 reais. A First da Santa Helena com 500g custa por volta de 10 reais. Todas são 100% integrais e super gostosas. Tirando a Manicrem que costuma ressecar na medida em que vai acabando, elas são bem parecidas.

A Skippy é a única diferente. Além de mais cara (18 reais por 425g no Empório Amino), é importada e possui um pouco de açúcar, sal e óleo de palma dentre seus ingredientes. O gosto é bem diferente das demais, parecendo o recheio daquele chocolate Reeses. Acho que não chega a ser um produto “mau” (tem muito biscoito fit por aí muito pior), mas precisa ser consumido com moderação. Pode ser uma porta de entrada para quem quer se livrar das sobremesas ultraprocessadas.

Dá para fazer pasta de amendoim em casa também, sabiam? Super barato e rápido. É só processar ou colocar no liquidificador a quantidade que desejar de amendoim e ir batendo até ficar homogêneo. Se no liquidificador não dissolver, jogue um pouquinho de óleo de coco.

Qual a combinação favorita de vocês?